
O Rei Escorpião (2025) reinventa a épica história de Jonathan Herman, apresentando Mathayus (Dwayne Johnson) como um mercenário moderno com raízes acádias. Contratado por um cartel do deserto, Mathayus descobre uma relíquia que desperta hordas de escorpiões, aliando-se à vidente Cassy (Kelly Hu) e ao guerreiro Balthazar (Michael Clarke Duncan). A trama se desenrola nas dunas, com batalhas contra o líder de culto Memnon (Steven Brand), que combina feitiçaria com drones. Flashbacks conectam a maldição da imortalidade de Mathayus à morte de seu irmão, alimentando sua sede de vingança. Subtramas entrelaçam as visões de Cassy sobre um oásis condenado e a lealdade de Balthazar, culminando em uma traição no meio do filme que os deixa presos em uma tempestade de areia.

O clímax explode em um cerco à pirâmide, onde Mathayus destrói a relíquia para acabar com a maldição. A direção crua de Herman mistura acrobacias práticas com enxames de efeitos especiais, embora o mito se dilua em meio a elementos modernos. A destreza de Johnson impressiona, o misticismo de Hu encanta, a força de Duncan dá solidez e a ameaça de Brand é palpável. Uma aventura emocionante para os fãs de ação, que moderniza, mas carece de profundidade.
Filmes relacionados:
