Venom 4 (2025)
September 16, 2025
Venom 4: Rei de Preto (2025) catapulta o Universo Homem-Aranha da Sony (SSU) para um território desconhecido, entregando um espetáculo visceral e cheio de ação de super-heróis que funde horror cósmico com profundidade emocional. Dirigido por Kelly Marcel, que também dirigiu Venom: A Última Dança (2024), este quarto filme apresenta Knull, o deus simbionte, como um antagonista formidável que ameaça mergulhar a Terra na escuridão eterna. Com Tom Hardy reprisando seu papel icônico como Eddie Brock/Venom e Tom Holland se juntando a ele como Homem-Aranha, o filme cria uma aliança incômoda que aumenta as apostas e redefine a franquia. Esta crítica de 1.000 palavras explora por que Venom 4: Rei de Preto é imperdível para os fãs da Marvel, combinando ação intensa, visuais sombrios e uma exploração envolvente da humanidade de Eddie.

Uma ameaça cósmica e um elenco de estrelas
O filme retoma os eventos de Venom: A Última Dança, onde Knull (com a voz arrepiante de Andy Serkis) foi apresentado como o criador dos simbiontes, aprisionado em Klyntar, mas buscando liberdade através do Codex, um fragmento da essência simbionte dentro de Eddie Brock. A chegada de Knull à Terra desencadeia o caos, com seu exército de dragões simbiontes engolfando a cidade de Nova York em um abismo vivo. A narrativa, inspirada na HQ de 2020 de Donny Cates e Ryan Stegman, King in Black, coloca Eddie e Venom contra uma força apocalíptica, forçando-os a se unirem a Peter Parker/Homem-Aranha (Holland), que traz seu próprio toque de heroísmo ao MCU.

Tom Hardy entrega mais uma atuação magistral, personificando o conflito interno de Eddie com crua intensidade. Sua química com Venom, interpretada com uma ameaça sarcástica pelo próprio Hardy, continua sendo o coração da franquia, equilibrando humor e pathos. O Homem-Aranha de Holland injeta energia juvenil e sagacidade, contrastando com o comportamento rude de Eddie. A dinâmica dos dois, marcada pela desconfiança e provocações, parece orgânica, evocando a rivalidade dos quadrinhos entre Venom e Homem-Aranha. Atuações coadjuvantes, como a de Juno Temple como cientista que estuda o Codex e a de Chiwetel Ejiofor como líder militar, adicionam profundidade, embora algumas subtramas pareçam subdesenvolvidas. Knull, de Andy Serkis, embora visualmente imponente, poderia ter tido mais tempo de tela para se aprofundar em suas motivações além da dominação cósmica.
Um banquete visual de horror e ação.

Venom 4: Rei de Preto se destaca por sua narrativa visual, apresentando algumas das sequências mais ambiciosas da SSU. O filme se inclina fortemente para o terror, com os dragões simbiontes de Knull — monstruosidades retorcidas e cheias de dentes — invadindo o horizonte de Nova York. O diretor de fotografia Matthew Libatique, conhecido por seu trabalho em Nasce Uma Estrela (2018), cria uma estética sombria e atmosférica. As batalhas noturnas são iluminadas por luzes de neon e pela gosma do simbionte, criando uma atmosfera austera, quase gótica. Os efeitos especiais gerados por computador, embora às vezes avassaladores, são uma melhoria em relação a Venom: A Última Dança, com coreografia de ação mais clara e uso criativo das habilidades de transformação do Venom, desde atacar com gavinhas até se transformar em uma criatura semelhante a um cavalo em uma perseguição memorável.
As sequências de ação do filme são um destaque, combinando as acrobacias fulminantes do Homem-Aranha com o combate brutal do Venom, movido pelo simbionte. Uma batalha memorável na Ponte do Brooklyn mostra Venom e Homem-Aranha trabalhando juntos para afastar um Celestial possuído por um simbionte, uma referência ao escopo cósmico dos quadrinhos. No entanto, alguns fãs podem achar o ritmo irregular, com o ato intermediário sendo interrompido por cenas expositivas sobre o Codex. Apesar disso, o confronto culminante, em que Eddie usa o poder do Codex para enfrentar Knull, é um triunfo visual e emocional, realçado por uma trilha sonora emocionante de Ludwig Göransson.

Emoções em Jogo e Profundidade Temática
Em sua essência, Venom 4 é sobre a luta de Eddie para reconciliar sua humanidade com os instintos primitivos do simbionte. O filme se aprofunda nessa dinâmica mais do que seus antecessores, explorando temas de sacrifício e redenção. O medo de Eddie de se perder para Venom reflete as dúvidas de Peter sobre seu papel como herói, criando um paralelo convincente. Uma cena comovente em que Eddie contempla uma vida normal, ao som de uma interpretação melancólica de “Space Oddity”, de David Bowie, é um destaque, demonstrando a capacidade de Hardy de transmitir vulnerabilidade.
A inclusão do Homem-Aranha adiciona uma nova dimensão à narrativa. Embora alguns puristas dos quadrinhos possam questionar o status de anti-herói de Venom em vez de seu tradicional papel de vilão, o filme justifica essa mudança enfatizando o crescimento de Eddie como protetor. A aliança desconfortável com o Homem-Aranha parece merecida, com Peter, de Holland, desafiando a ambiguidade moral de Eddie. No entanto, a caracterização de Knull como um “deus das trevas” unidimensional enfraquece um pouco a carga emocional, já que suas motivações não têm a nuance de vilões como Carnificina de Venom: Tempo de Carnificina (2021).
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Para os fãs da Marvel que procuram análises de Venom 4: Rei de Preto, este filme é uma adição empolgante à saga, oferecendo uma visão mais sombria e ambiciosa do que Venom: A Última Dança. Palavras-chave como “data de lançamento de Venom 4” (outubro de 2025), “Tom Hardy Venom” e “Knull Rei de Preto” provavelmente serão tendência, dados os laços do filme com os quadrinhos e seu potencial crossover com o MCU. As cenas pós-créditos, que sugerem uma ameaça ao multiverso e um possível novo hospedeiro simbionte, sem dúvida despertarão discussões sobre Homem-Aranha 4 e Vingadores: Guerras Secretas (2027). Os fãs da HQ King in Black apreciarão as referências ao poder cósmico de Eddie, embora alguns possam desejar um foco maior na história de Knull.
A bilheteria do filme deve superar a arrecadação global de US$ 500 milhões de Venom: The Last Dance, graças ao envolvente crossover com o Homem-Aranha. No entanto, críticas mistas, semelhantes aos 40% de The Last Dance no Rotten Tomatoes, podem persistir devido a problemas de ritmo e ao subdesenvolvimento de Knull. Para aqueles que perguntam “vale a pena assistir Venom 4?”, a resposta é sim para os fãs da atuação descontrolada e da ação rápida de Hardy, mas espectadores casuais podem achar a trama um pouco complexa.
Pontos fortes e fracos
Pontos fortes:
A química entre Tom Hardy e Tom Holland impulsiona o filme, com os papéis duplos de Hardy como Eddie e Venom roubando a cena.
Os efeitos visuais impressionantes e as sequências de ação inventivas elevam a qualidade da produção da SSU.
Momentos emocionantes, como a reflexão de Eddie sobre sua perda da normalidade, adicionam uma profundidade surpreendente.
As cenas pós-créditos sugerem tramas futuras emocionantes, atraindo os fãs da Marvel.
Fraquezas:
O tempo limitado de tela de Knull e suas motivações superficiais o tornam um vilão menos atraente.
O ato intermediário se arrasta com a exposição excessiva sobre o Codex e a história dos simbiontes.
Alguns personagens coadjuvantes, como os interpretados por Temple e Ejiofor, parecem subutilizados.
Veredito Final: Uma despedida imperfeita, mas emocionante.
Venom 4: Rei de Preto é uma adição ousada e caótica ao Universo Homem-Aranha da Sony, combinando horror, humor e emoção com resultados mistos. A atuação magnética de Tom Hardy e a dinâmica eletrizante entre Venom e Homem-Aranha fazem deste um filme que vale a pena assistir, apesar de seus contratempos e antagonista pouco desenvolvido. Para os fãs da trilogia Venom ou dos quadrinhos Rei de Preto, o filme oferece espetáculo e ressonância emocional suficientes para satisfazer. Embora não chegue ao nível de destaques do MCU como Homem-Aranha: Sem Volta para Casa (2021), é um avanço empolgante para a SSU, que aponta para grandes novidades.
Avaliação: 7,5/10
Para quem procura os horários de exibição de Venom 4: Rei de Preto ou opções de streaming, o filme está atualmente em cartaz nos cinemas, com lançamentos digitais previstos para dezembro de 2025 e em Blu-ray no início de 2026, seguindo a programação habitual da Sony. Fique ligado para a análise pós-créditos e as conexões com Homem-Aranha 4, já que este filme prepara o cenário para um confronto multiverso.
